Índice de Confiança dos Consumidores no Brasil

A confiança dos consumidores no Brasil caiu de 114.30, em março de 2013, para 112.20, em abril do mesmo ano. Esses dados são calculados pela CNI - Confederação Nacional da Indústria. Historicamente, de 1996 até 2013, a média do Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) era de 108.39, atingindo um máximo de 120.70, em outubro de 2010, e um mínimo de 89.41, em março de 1999. No país, o INEC cobre cerca de 2000 indivíduos escolhidos aleatoriamente nas ruas das cidades brasileiras. O questionário tem como focos principais a situação financeira atual do consumidor e as expectativas sobre a inflação, desemprego, salários e grandes aquisições para os próximos 6 meses. O índice de confiança dos consumidores é um indicador de base fixa (ano base atual: 2001). O valor 100 indica que não houve mudança na opinião dos consumidores, um valor acima de 100 indica um aumento na confiança, e abaixo de 100, baixas expectativas. Esta página inclui um gráfico com dados históricos da Confiança dos Consumidores Brasileiros.

Confiança do Consumidores | Observações

A confiança dos consumidores é medida por um indicador que tem como objetivo determinar o grau de otimismo dos consumidores sobre a situação geral da economia e sua condição financeira pessoal. O grau de confiança das pessoas sobre a estabilidade de suas rendas determina o nível de seus gastos e, portanto, serve como um dos indicadores chave para a forma global da economia. Se a confiança dos consumidores é mais alta, isso significa que eles estão fazendo mais compras, impulsionando a expansão econômica. Por outro lado, se a confiança é mais baixa, os consumidores tendem a poupar mais do que gastar, proporcionando a contração da economia.

Balança Comercial Brasileira

O Brasil registrou um déficit comercial de US$ 994 milhões em abril de 2013. A Balança Comercial no país é registrada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Historicamente, de 1959 até 2013, a média da Balança Comercial era de US$ 655,32 milhões, atingindo um superávit recorde de US$ 5659,37 milhões, em julho de 2006, e um déficit recorde de menos US$ 4036.33 milhões, em janeiro de 2013. O Brasil gera superávits comerciais regulares, principalmente devido à exportação de produtos agrícolas e de mineração. O Brasil é o maior exportador mundial de soja e suco de laranja. As principais exportações são: minério de ferro e concentrados (13%), petróleo (8%) e açúcar bruto (4%). As principais importações são: matérias-primas e bens intermediários (45% do total de exportações), bens de capital (22%), bens de consumo duráveis (10%), petróleo (6%) e veículos automotivos (4%). Os principais parceiros comerciais são: China (17% das exportações e 15% das importações) e Estados Unidos (11% das exportações e 14.6% das importações). Outros parceiros incluem: Argentina, Alemanha, Holanda e Índia.

Exportações do Brasil

As exportações no Brasil aumentaram de US$ 19320,43 milhões, em março de 2013, para US$ 20632 milhões, em abril do mesmo ano. As exportações são registradas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Historicamente, de 1954 até 2013, a média das exportações brasileiras era de US$ 3777.55 milhões, atingindo um recorde de US$ 26158.51 milhões, em agosto de 2011, e uma queda máxima de US$ 75.06 milhões, em janeiro de 1965. O Brasil tem uma economia orientada para a exportação. É o maior exportador de soja (41% das exportações mundiais) e de suco de laranja (55% das exportações mundiais), e representa 35% das exportações globais de açúcar de cana bruto e refinado. Outros produtos exportados incluem: minério de ferro e concentrados (13%), petróleo (8%), açúcar bruto (4%) e café (2.4%). Os principais parceiros de exportação são a China (17% do total de exportações) e os Estados Unidos (11%). Outros parceiros incluem: Argentina, Alemanha, Japão, Holanda e Índia.

Exportações | Observações

As exportações medem a quantidade de mercadorias, ou serviços, que os produtores nacionais fornecem para os consumidores estrangeiros. É um produto que é enviado, como venda, para outro país. No passado, a exportação de quantidades comerciais de mercadorias, normalmente, exigia o envolvimento das autoridades aduaneiras, tanto do país de exportação, quanto do país de importação. Mais recentemente, com o advento de pequenos negócios pela internet, como a utilização de sites como a Amazon e o e-Bay, as exportações têm, em grande parte, evitado o envolvimento das Alfândegas, em muitos países, devido aos baixos valores individuais dessas transações. Contudo, essas pequenas exportações ainda estão sujeitas a restrições legais aplicadas pelo país de exportação.

Taxa de Desemprego do Brasil

A taxa de desemprego no Brasil aumentou de 5,60%, em fevereiro de 2013, para 5,0%, em março do mesmo ano. Esta taxa é medida pelo IBGE. Historicamente, de 2001 até 2013, a média da taxa de desemprego no país era de 8,99%, atingindo seu recorde de 13,10% em agosto de 2003 e uma baixa recorde para 4,60%, em dezembro de 2012. No Brasil, a taxa de desemprego mede o número de pessoas que estão efetivamente procurando emprego como uma porcentagem da força de trabalho.

Índice de Preços ao Consumidor do Brasil (IPC)

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), no Brasil, aumentou de 3672,42 pontos, em março de 2013, para 3692,62 pontos, em abril do mesmo ano. O IPC é calculado pelo IBGE. Historicamente, de 1979 até 2013, a média do IPC era de 1263,97 pontos, atingindo um máximo de 3692,62 pontos, em abril de 2013 e um mínimo de 0 pontos, em dezembro de 1979. No Brasil, o IPC mede a variação nos preços pagos pelos consumidores por uma cesta de bens e serviços.

Relação entre Dívida Pública e PIB no Brasil

O Brasil registrou uma Dívida Pública de 65.10% do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2012. A Dívida Pública e o PIB, no Brasil, são calculados pelo Fundo Monetário Internacional. Historicamente, de 2000 até 2012, o percentual médio da Dívida Pública em relação ao PIB era de 68.7%, atingindo um máximo de 79.8%, em dezembro de 2002, e um mínimo de 63.5%, em dezembro de 2007. Geralmente, a dívida pública expressa em percentual do PIB é usada pelos investidores para medir a habilidade de um país em fazer pagamentos futuros de suas dívidas, afetando os custos de empréstimos no país e os rendimentos dos títulos públicos do Estado.

Relação entre Dívida Pública e PIB | Observações

A dívida pública expressa em percentual do PIB, também conhecido como razão dívida /PIB, é o volume da dívida nacional de um país expressa como percentual de seu Produto Interno Bruto. Basicamente, a dívida pública é o dinheiro devido pelo governo central aos seus credores. Há dois tipos de dívida pública: líquida e bruta. A dívida bruta é o acúmulo da dívida do governo, na forma de títulos da dívida pública do governo, swaps de crédito, swaps de moeda, direitos especiais de saque, empréstimos, seguros e pensões. A dívida líquida é a diferença entre dívida bruta e os ativos financeiros que o governo possui. Quanto mais alto for a razão dívida /PIB, menor será a chance de o país vir a pagar suas dívidas, e o mais provável será que o país esteja deixando de pagá-las.

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